sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Governo brasileiro quer começar a tributar o Netflix



O Netflix chegou ao Brasil oferecendo um preço competitivo e conquistou uma parte do público, mas isso pode estar para mudar. A empresa, junto com outras que oferecem distribuição de conteúdo por streaming, ou OTT (Over-the-Top), poderão começar a ser taxadas pelo governo.

A intenção foi confirmada pelo ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, durante a ABTA 2013. Ele escuta muitas reclamações de empresas como a NET, que operam no Brasil e precisam lidar com a elevada carga de impostos nacional e legislação local,
segundo o Portal Exame
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"O setor de TV paga reclama e tem razão. Elas prestam serviço no Brasil e não têm o ônus da prestação como as cotas de conteúdos nacionais nem pagam impostos. O dinheiro vai direto pra lá (EUA), somos como um paraíso fiscal", afirmou, ressaltando que o processo não será rápido, mas que já está em discussão. França e Alemanha também já trabalham em uma forma de tributar o serviço, ele aponta.

O presidente da NET, José Félix, acredita que exista uma assimetria tributária e uma concorrência desleal, já que as empresas como o Netflix "nem sede no Brasil tem, não pagam impostos e sequer se dão ao trabalho de traduzir o site para o português", lembrando que elas também oferecem o mesmo conteúdo.

João Rezende, presidente da Anatel, também indica que todos os serviços do tipo devem ser tratados com isonomia, lembrando que as empresas que operam no Brasil precisam ter conteúdo local, por exemplo. 
 

terça-feira, 6 de agosto de 2013

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Vìrus com falsa mensagem do FBI faz homem ser preso por pedofilia

Um caso no mínimo curioso resultou na prisão de um americano de 21 anos por posse de pornografia infantil. A história de Jay Matthew Riley seria apenas mais uma, se não fosse pelo fato de que ele se entregou após um pop-up gerado por um vírus em seu computador.

O malware que se instalou na máquina exibia um falso alerta do FBI, avisando o usuário de que fotos de pornografia infantil haviam sido encontradas na máquina e para se livrar do processo, deveria pagar uma "multa". Obviamente, o dinheiro da multa seria direcionado para a conta bancária de um cibercriminoso.

Ao receber o aviso, Riley fez o que qualquer usuário mais experiente não faria: levou seu computador para a polícia e perguntou se, de fato, havia alguma acusação contra ele por posse de pornografia infantil.  Os oficiais vasculharam a máquina e encontraram realmente as tais imagens em seu computador, além de trocas de mensagens incriminadoras com menores. Uma das garotas a ser identificada tinha 13 anos. Leia mais.