segunda-feira, 21 de setembro de 2015

SALVE O SENAI


Apoie este Abaixo-Assinado. Assine e divulgue. O seu apoio é muito importante.
SALVEM O SISTEMA "S"

Segue abaixo uma petição publica para salvar uma instituição que recebe verbas da industria para formar profissionais para o mercado de trabalho, e poderá perder parte desses recursos importantíssimos para a continuidade desse trabalho.

Se você é aluno ou já foi, sabe da seriedade do SENAI em formar profissionais qualificados para o mercado.
Se você não conhece o SENAI, saiba que os profissionais formados no lá tem melhores chances na hora de procurar um emprego.

Não deixe de assinar essa petição e evitar que o governo tire dinheiro de uma escola profissionalizante séria sem fins lucrativos para tampar o roubo dos desvios de dinheiro que foi feito em seu governo.

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Roteadores domésticos são os novos alvos de criminosos online


Se você tem o costume de acessar o banco ou fazer compras pela internet, saiba que até mesmo o seu roteador pode ser uma porta de entrada para cibercriminosos. Segundo Fabio Assolini, analista sênior de malware da Kaspersky Lab, hackers estão invadindo e alterando servidores DNS para ter acesso a dados do usuário sem infectar o PC.

Assolini detalhou a vulnerabilidade na 5ª Conferência Latino-americana de Cibersegurança da Kaspersky Lab, realizada na semana passada em Santiago (Chile). Segundo ele, o golpe começa quando criminosos alteram serviços DNS diretamente no provedor de internet, onde são criados direcionamentos para páginas falsas de sites de bancos, por exemplo.

“Os ataques são massivos e atingem muita gente. A vítima passa a visualizar também propagandas online em excesso”, alerta Assolini. O analista revelou que um recente ataque a dois grandes provedores de internet brasileiros levaram 67 mil usuários a serem direcionados para uma página do Google Analytics controlada por criminosos.

O ataque é feito através de um script que atinge o roteador da vítima e força a mudança na configuração de DNS. Por conta disso, Assolini sugere que usuários tenham sempre cuidado em suas configurações de acesso à internet, com atenção para a senha de acesso e até mesmo optando por serviços de DNS alternativos, como o Google DNS ou o OpenDNS.

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Ameaça para Android troca senha de acesso ao celular e exige pagamento

Post original olhardigital.uol.com.br/

 
A nova onda do cibercrime contra o Android são os ransomwares, que “sequestram” o celular e pedem uma quantia para destravá-lo. Um exemplo recém-descoberto da ameaça pede o pagamento de US$ 500 para isso depois de impedir o acesso ao aparelho trocando o PIN que desbloqueia o aparelho.

A ameaça foi batizada de Android/Lockerpin.A e mira principalmente usuários menos experientes e mais inocentes. Ele tenta enganá-los para conseguir privilégios de administradores, utilizando uma notificação falsa de atualização do sistema. Quando o usuário ele aperta “Continue”, o aplicativo malicioso ganhava acesso de administrador e conseguia fazer seu estrago. O usuário seria obrigado a fazer um reset de fábrica do celular, o que pode fazer com que ele perca todos os seus dados, se não tiver um backup.



Para comparação: até agora, as formas mais comuns do ransomware geralmente poderiam ser dribladas desativando os privilégios de administrador nas configurações do aparelho e iniciando-o em modo seguro para desativar o aplicativo malicioso. Agora, se não é possível nem ao menos passar da tela de bloqueio, a situação fica mais complicada.

A ameaça foi divulgada por Lukas Stefanko, pesquisador da empresa de segurança digital ESET. Segundo ele “ao pressionar o botão, o dispositivo do usuário está perdido”. Pouco tempo depois da infecção, o usuário recebe notificações para o pagamento, alegando que ele havia “assistido ou armazenado material pornográfico proibido”.

O malware também tem mecanismos interessantes de autodefesa. Se o usuário tenta desativar os privilégios de administrador, o trojan apresenta uma função para reativá-los. A janela abaixo é exibida. Quando o usuário pressiona “Continue”, os privilégios retornam. Ele também encerra todos os processos de antivírus no aparelho em uma tentativa de se proteger.

  

 
A ameaça é mais “inovadora” do que ameaçadora, na verdade, já que usuários mais experientes certamente não cairiam na armadilha tão facilmente.

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Câmara quer punir quem falar mal de políticos na internet

Post original olhardigital.uol.com.br


A Câmara dos Deputados prepara um projeto de lei que pretende punir quem ofender e difamar políticos na internet. A proposta, elaborada pelo deputado Cláudio Cajado, também quer responsabilizar criminalmente as redes sociais, portais e provedores que hospedarem os sites e deve ser apresentada em setembro.

De acordo com o relator do projeto, o objetivo é obrigar empresas de internet e provedores a analisarem denúncias de ofensas contra parlamentares e outros usuários. O conteúdo considerado ofensivo deverá ser retirado do ar o mais rápido possível. Se, por exemplo, alguém criar um perfil falso no Facebook que ironize um deputado, tanto o criador da página como a própria rede social poderão ser acusados de injúria e difamação, caso a página não saia do ar imediatamente.

"Às vezes, a pessoa faz um 'fake' ofensivo à honra de qualquer pessoa e essas empresas não têm nenhum tipo de controle sobre esses atos criminosos e permitem que eles sejam divulgados. A nossa tese é que quem pratica o crime tem de responder. E quem ajuda a divulgar esse crime tem de ser corresponsável", afirma o deputado.

Segundo ele, a proposta, que pode ser votada nos próximos meses em caráter de urgência, também pode beneficiar o usuário comum, facilitando a identificação de quem promover ódio e a injúria na internet.

Outro projeto de lei, apresentado em junho pelo deputado Silvio Costa, quer obrigar provedores e sites a coletar dados pessoais de usuários que comentarem em matérias, fóruns e atualizações de redes sociais institucionais. "Esta vedação [do anonimato na internet] é fundamental para que se possa punir aqueles que, por exemplo, se utilizem da liberdade de expressa para incitar o ódio, para caluniar pessoas ou para fazer apologia ao crime", explica Costa.