quinta-feira, 21 de novembro de 2019
quarta-feira, 26 de junho de 2019
terça-feira, 10 de julho de 2018
quarta-feira, 25 de outubro de 2017
Novo Ataque cibernético, Bad Rabbit

A Kaspersky está alertando para um novo ransomware causando um número crescente de infecções na Rússia. Chamado de Bad Rabbit pela sua própria página pedindo o pagamento do resgate, o novo ataque parece ainda bastante localizado no país, afetando principalmente empresas de mídia e agências de notícias, como a Interfax e a Fontanka.ru.
"Parece que estamos enfrentando uma nova epidemia", alertou a empresa russa especializada em segurança de TI do Grupo IB, em um comunicado, nesta terça-feira (24). Conhecido como Bad Rabbit, este vírus de computador mostra na tela de computadores infectados um resgate de 300 dólares para pagar com a moeda virtual Bitcoin, de acordo com a mesma fonte.
"Uma série de instituições públicas e sites estratégicos na Ucrânia", bem como a mídia russa, estão entre suas vítimas, diz ainda o comunicado. Na Ucrânia, o ataque cibernéticoatingiu o aeroporto de Odessa (sul), declarou Evgueni Goukov, chefe de relações públicas do Grupo IB.
"O sistema informático no Aeroporto Internacional de Odessa foi atingido por um ataque on-line", disseram funcionários em um comunicado, citando problemas de "desaceleração" na entrega de serviços. Por sua vez, o metro da capital Kiev indicou apenas que não aceitaria temporariamente o pagamento por cartão bancário, sem, no entanto, mencionar qualquer ataque.
quinta-feira, 24 de agosto de 2017
quinta-feira, 1 de junho de 2017
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sexta-feira, 26 de maio de 2017
segunda-feira, 22 de maio de 2017
sexta-feira, 9 de dezembro de 2016
quarta-feira, 30 de novembro de 2016
quinta-feira, 17 de novembro de 2016
Quem tem perna curta? A mentira ou a verdade
Quem tem perna curta pode ser a mentira mas que mesmo assim ela chega mais longe isso não se pode negar.
Notícias falsas ultrapassam as verdadeiras no Facebook
Notícias falsas ultrapassam as verdadeiras no Facebook
Surgiram mais evidências de que Mark Zuckerberg se equivocou ao afirmar que o Facebook não influenciou o resultado da eleição presidencial nos Estados Unidos.
O BuzzFeed realizou um levantamento que comprova que as notícias falsas tiveram desempenho superior ao das verdadeiras durante a etapa final da campanha. E os links mentirosos com mais força demonstravam claro apoio ao republicano Donald Trump, que acabou eleito.
Ao longo dos três meses que antecederam o pleito, as 20 histórias políticas falsas que mais viralizaram geraram 8.711.00 compartilhamentos, reações e comentários no Facebook, segundo o levantamento. No mesmo período, os 20 links jornalísticos com melhor desempenho registraram 7.367.00 tipos de engajamento.
O estudo do BuzzFeed revela que até aquele momento o conteúdo verdadeiro estava à frente, mas as coisas se inverteram na etapa final da campanha — justamente o momento crucial para o processo.
As cinco principais histórias falsas naqueles três meses diziam que o papa Francisco estava apoiando Trump, que a democrata Hillary Clinton tinha vendido armas para o Estado Islâmico e estava ligada à morte de um agente do FBI. A força que esses tipos de links ganharam na reta final sugere que a rede social pode, sim, ter ajudado a converter votos a favor de Trump.
Um porta-voz do Facebook disse ao BuzzFeed que as histórias campeãs de engajamento não refletem o cenário geral do site. “Há uma longa calda de histórias no Facebook”, comentou. “Pode parecer que as principais histórias recebem muita atenção, mas elas representam uma pequena fração do total.”
É a mesma linha seguida pelo CEO Mark Zuckerberg, que tem feito declarações negando qualquer influência da plataforma no resultado. Essa posição, entretanto, é contrariada até mesmo dentro do Facebook, onde um grupo de funcionários vem estudando formas de desafiar o que diz o patrão.
Apesar das negativas, o Facebook admitiu que tem um problema com a disseminação de notícias falsas e anunciou que proibiria esses links de usar suas plataformas de publicidade — seguindo iniciativas do Google, que tinha acabado de avisar que faria o mesmo, já que esse tipo de conteúdo também ganha bastante força no seu mecanismo de busca.
terça-feira, 1 de novembro de 2016
quarta-feira, 26 de outubro de 2016
segunda-feira, 24 de outubro de 2016
Como instalar o Windows 10 a partir de um ‘pendrive bootável
Instalar o Windows 10 em um computador que não possue o leitor de CDs ou DVDs pode ficar mais fácil usando um pen drive com boot. Confira o tutorial e aprenda a instalar o sistema operacional com facilidade em seu PC. Basta criar um pen drive de instalação do sistema.
Passo 1. Pressione as teclas “WinKey (tecla com a bandeira do Windows) + R” para abrir o “Executar” e entre com o comando “diskpart” (sem aspas);
Executando comando no Windows (Foto: Reprodução/Helito Bijora)
Passo 2. Com o pendrive conectado ao computador, na janela do “Prompt de comandos”, digite “List Disk” e pressione Enter;
Listando discos conectados ao computado (Foto: Reprodução/Helito Bijora)
Passo 3. Entre com o comando “Select Disk” seguido pelo número do disco (por exemplo, “Select Disk 2”). Geralmente, o pendrive é o último disco da lista, mas vale a pena observar a coluna “Tam.” (tamanho) para identificar se o disco selecionado está correto;
Selecione o pen drive (Foto: Reprodução/Helito Bijora)
Passo 4. Após selecionar o disco, entre com o comando “Clean” para limpar o pendrive. Atenção: todos os dados serão excluídos;
Apagando todas as partições do pen drive (Foto: Reprodução/Helito Bijora)
Passo 5. Execute o comando “Create partition primary” para criar uma nova partição primária. Após ser informado sobre o êxito da operação, entre com “Active” para ativar a partição criada;
Criando nova partição primária e marcando como ativa (Foto: Reprodução/Helito Bijora)
Passo 6. Para finalizar, resta formatar a nova partição e associá-la a uma letra, para que possa ser acessada facilmente pelo Windows Explorer. Para isso, entre com “Format fs=fat32 quick” e, em seguida, “Assign”;
Definindo uma letra para o pen drive (Foto: Reprodução/Helito Bijora)
Passo 7. Entre com o comando “Exit” para finalizar e fechar o “Prompt de comandos”;
Finalizando o assistente (Foto: Reprodução/Helito Bijora)
Passo 8. Abra o DVD de instalação do Windows 10 e copie todos os arquivos e pastas. Caso não possua a mídia física no Windows 8, emule o arquivo ISO dando um duplo clique sobre ele. No Windows 7 e versões anteriores, use o Virtual CloneDrive para emular;
Copie todos os arquivos de instalação do Windows 10 (Foto: Reprodução/Helito Bijora)
Passo 9. Por fim, abra o pendrive e cole os arquivos de instalação do Windows 10.
Cole os arquivos de instalação do Windows 10 no pen drive (Foto: Reprodução/Helito Bijora)
Pronto! Agora você possui um pendrive de instalação do Windows 10. Para usá-lo basta configurar o computador para dar boot pelo pendrive.
Fonte: www.techtudo.com.br
Fonte: www.techtudo.com.br
quarta-feira, 19 de outubro de 2016
Apple vai tirar a porta USB do MacBook
Um dos primeiros a bancar que a Apple acabaria com a entrada para fones no iPhone, o site japonês Macotakara publicou uma notícia afirmando que a companhia vai eliminar duas portas no MacBook Pro.
De acordo com a publicação, a linha de notebooks de alto desempenho será atualizada em um evento neste mês. Só que o computador perderia as entradas USB 3.0 e Magsafe, vindo apenas com as portas USB-C (que serviria também para recarregar a bateria) e Thunderbolt 3.
O Macotakara também diz que o MacBook Air de 11 polegadas será descontinuado, e que a Apple lançará um MacBook Pro de 15,4” e outro com 13,3”, além de um MacBook Air de 13,3” atualizado. O desaparecimento do modelo menor já era esperado, uma vez que a Apple colocou no mercado um MacBook de 12”.
É bom ressaltar, porém, que tudo isso não passa de especulação. E, como lembra o Engadget, embora tenha um histórico positivo, oMacotakara já fez afirmações semelhantes antes, noticiando erroneamente que novos MacBooks seriam apresentados em agosto deste ano.
Fonte: olhardigital.uol.com.br
terça-feira, 18 de outubro de 2016
Saiba quais são os 10 notebooks mais procurados de outubro
Um levantamento realizado pelo site comparador de preços Zoom em outubro mostra quais são os notebooks mais buscados no portal neste mês e a variação de preço deles conforme o local onde são vendidos.
O campeão de buscas é o Acer E5-574-592S i5 com 8 GB de memória RAM, tela de 15,6’’ e HD de 1 TB que sai por preços entre R$ 2.279,05 e R$ 3.237 (variação de 42%). Confira o ranking com os 10 mais buscados abaixo:
quarta-feira, 1 de junho de 2016
Você é um Capitão America ou Um Chapolin Colorado?
Nesse vídeo, WMazza encoraja você a não temer vagas que aparentemente pedem por heróis como Capitão América, e que certamente serão preenchidas por Chapolin Colorado! Impagável!
terça-feira, 12 de abril de 2016
Saiba por que a Netflix nunca terá tudo que você quer assistir
Post original http://olhardigital.uol.com.br
Quando surgiu, a Netflix era um serviço de aluguel de DVDs. Os discos eram solicitados pela internet e entregues na sua casa por correio. A empresa ainda mantém este serviço nos Estados Unidos, mas ele não é, nem de longe, a parte mais importante da companhia. O streaming é o que move as receitas bilionárias da empresa.
O fenômeno é razoavelmente recente no Brasil, completando cinco anos de existência por aqui em setembro de 2016. Os apoiadores costumam afirmar que a mensalidade é uma barganha comparada aos serviços de TV por assinatura, e o conteúdo é satisfatório; os críticos preferem enxergar que a maioria dos filmes no catálogo está defasado, e as séries demoram a ser atualizadas.
O fato é que nenhuma das visões está totalmente incorreta. O serviço oferecido pela Netflix é uma barganha, e o conteúdo em geral é defasado. E é por isso que precisamos parar de acreditar na utopia de um serviço de streaming com todo o conteúdo possível, no entanto, porque unir os dois pontos é, no momento, inviável.
Veja bem: compare os R$ 20 cobrados mensalmente pela Netflix com o preço que você pagaria para alugar (seja DVD, seja digital) para assistir a tudo que você de fato assiste no serviço. A comparação provavelmente pesa a favor da Netflix, né? Agora pense pelo outro lado, o da empresa que recebe o dinheiro pelo conteúdo que você assiste. Ela provavelmente está recebendo bem menos dinheiro por visualização do que com um aluguel ou um DVD comprado. Estes 20 reais precisam oferecer lucro para o serviço de streaming (que não é barato para sustentar) e dividido entre os produtores de conteúdo que você assiste, então provavelmente as empresas estão recebendo alguns centavos ou pouquíssimos reais por visualização.
Claro que há outros fatores envolvidos, já que a Netflix também é uma vitrine para filmes e seriados que já não seriam mais rentáveis para aluguel ou venda, permitindo fazer algum dinheiro com um material que de outra forma não renderia mais nada. No entanto, dá para perceber por que pouquíssimas empresas têm o interesse em colocar seus filmes e séries recém-lançadas no catálogo?
Recentemente, a Netflix também preparou uma pegadinha de 1º de abril, até um pouco cruel, indicando que “GoT” havia chegado ao catálogo, em uma referência clara a “Game of Thrones”, um pedido antigo dos assinantes. No entanto, era apenas uma brincadeira com “Gláuber, o Tijolo”. Mas por que o verdadeiro “GoT” não pode e não vai chegar à Netflix?
A HBO, a empresa responsável pelos direitos do seriado, já percebeu a inviabilidade do modelo de distribuir conteúdo na Netflix e teve uma ideia brilhante: “Vamos criar nosso próprio serviço de streaming!”, devem ter pensado os executivos. E é realmente uma proposta sagaz, vendo o pouco dinheiro que faria com seu conteúdo caro em uma plataforma de terceiros.
O problema é que não vai demorar muito para que outras empresas produtoras de filmes e seriados tenham a mesma ideia. “Por que fazer merreca com serviços de terceiros se podemos ter nosso próprio serviço de assinatura?”, provavelmente pensarão executivos raciocinando de forma similar aos da HBO.
Então, não deve demorar muito para chegarmos a uma situação insustentável para o consumidor. Vários serviços similares oferecendo seus conteúdos exclusivos para atrair a clientela, forçando-os a pagar por vários serviços ao mesmo tempo, ou então fazendo-os optar por um só, que não tem tudo que o cliente gostaria de assistir.
A Netflix já percebeu o problema que terá em mãos em pouco tempo, quando os produtores começarem a trancar seus conteúdos em suas próprias plataformas. É por isso que a empresa vem, constantemente, perdendo itens do catálogo e repondo com material próprio. O objetivo é depender cada vez menos do material de terceiros, porque cada vez menos eles estarão dispostos a colocar seu conteúdo em plataformas que não estão sob seu controle.
Um único serviço, com todo o conteúdo que gostaríamos de assistir, certamente custaria muito mais caro do que os 20 reais mensais.
sexta-feira, 8 de abril de 2016
Navegador brasileiro mais rápido que o Chrome
Post original olhardigital.com.br
Embora seja um dos navegadores mais utilizados do mundo, o Google Chrome não é unanimidade entre os usuários. Uma das principais críticas feitas ao browser diz respeito a seu alto consumo de memória RAM, seja no PC ou no celular, o que acaba por ocasionar momentos de lentidão e travamentos, dependendo do dispositivo e suas configurações.
Pensando nisso, o desenvolvedor brasileiro Rafael Costa, responsável pelo Mobobox - app que identifica qual a operadora de cada um dos números salvos na agenda do celular - criou o VC Browser. Trata-se de um navegador mobile criado com a engine de código aberto Chromium (que abastece o Google Chrome) e está disponível para download grátis na Play Store.
O VC Browser promete velocidade e segurança em sua página na loja virtual.
Quer saber mais acesse olhardigital.com.br
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