quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Golpe com GTA 5 falso faz milhares de PCs serem infectados



Na ânsia de jogar GTA 5 pelo computador, milhares de pessoas estão caindo em um golpe de internet que usa o nome do aclamado jogo. Circula pela rede um arquivo torrent que diz ser o GTA, mas que na verdade é um malware, conforme reportado pelo WCCF Tech.

Há claras indicações de que se trata de uma farsa, sendo a primeira delas o fato de que a Rockstar não fez qualquer anúncio sobre a versão PC do jogo (algo que seria muito bem noticiado). Além disso, o arquivo ligado ao torrent é um executável de 18.3 GB - bem mais que os 7.7 GB do GTA 5 para Xbox 360.

Por outro lado, dá para entender porque tanta gente tem caído na cilada. Cerca de 7 mil pessoas estão conectadas ao torrent, o que geralmente é bom indicativo para o download, e ele é um dos primeiros resultados no buscador do Google.

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

O Brasil deve criar um sistema anti-espionagem para espionar


Independência ou o fim da liberdade digital! Pode parecer exagero, mas o governo brasileiro está realmente chateado e preocupado com as denúncias de espionagem dos Estados Unidos sobre a presidente Dilma e a Petrobras – que recentemente estiveram na mira da Agência Nacional de Segurança norte-americana. E, pior, agora o país pretende se divorciar da internet centralizada nos Estados Unidos, por onde passa quase 80% do tráfego online de todo o mundo.



A presidente Dilma ordenou uma série de medidas para aumentar a autonomia online do país. Uma das mais polêmicas é a criação de um serviço público de e-mail criptografado antiespionagem. O projeto estaria em desenvolvimento em parceria com “Os Correios” com previsão de lançamento já em 2014. A ideia do “mensageria digital” é oferecer alternativa aos serviços como Gmail e Yahoo e armazenar no Brasil todo tráfego digital que hoje passa obrigatoriamente pelas terras do Tio Sam. Mas essa história poderia ser praticamente resumida como “trocar de vigilante”.

"Acredito que vamos trocar uma possibilidade de espionagem pela certeza. O que preocupa é quem estará nos vigiando. Se o indivíduo fosse íntegro, não teríamos problemas. Mas nós sabemos que tipo de pessoas estão no governo", comentou Luli Radfahrer, Ph.D. em comunicação digital da ECA-USP.

Para ele, assim como bancos e outras instituições que prezam suas informações, em vez de tentar criar um sistema fechado para a população, o governo brasileiro precisaria ter uma excelente intranet para seus funcionários de níveis estratégicos; e, mais do que isso: educá-los.
"Este sistema não vai nos proteger na espionagem, mas a educação pode nos proteger. Todo alto escalão do governo precisaria aprender a usar a internet de verdade. E tem muitas pessoas boas dentro do governo que saberiam educar os demais", ressalta.
Os Estados Unidos alegam que qualquer ação de espionagem está diretamente ligada à prevenção de atos de terrorismo. Por exemplo, quando vemos bombas em eventos esportivos e ataques a civis, é completamente compreensível que se queira saber de onde vêm esses criminosos e suas possíveis ligações.

Uma coisa assusta: Luli lembra que esse desespero do governo brasileiro sobre espionagem digital só surgiu agora, em 2013, quando já se sabe que os Estados Unidos têm controle do tráfego na web há décadas. Por que será?! Bom, a gente sabe: as manifestações históricas entre maio e julho deste ano em todo o país tiveram início exatamente na internet; nas redes sociais. Sabe o que isso pode significar?

"Se você tem alguma forma de restringir as redes sociais ou usar esta estrutura de vigilância criminal em cima das redes sociais, você pode desmontar movimentos", diz.
O perigo desse tipo de isolamento geográfico digital é que isso poderia desabilitar serviços e programas e até ameaçar a estrutura da internet; uma verdadeira ameaça à liberdade da rede mundial de computadores a exemplo que o mundo já viu em países com governos mais autoritários.

"O remédio pode ser pior do que a doença. E a gente pode terminar com uma internet chinesa ou da Arávia Saudita que ninguém vigia, mas também ninguém conversa, porque qualquer coisa que você disser poderá ser usada contra você. É muito mais perigoso termos uma centralização governalmental, porque aí sim temso um ato de espionagem em cima da vida da população." 
Outra medida da presidente Dilma é fazer com Facebook, Google e demais empresas que mantenham dados gerados por brasileiros mantenham os dados gerados por brasileiros em servidores fisicamente localizados no Brasil. Mas, será que isso é tecnologicamente – ou melhor, financeiramente – possível?

Como a maior parte do tráfego de internet brasileiro passa pelos Estados Unidos, Dilma planeja também passar cabos de fibra ótica ligando o país diretamente à Europa e assim criar uma rede livre da espionagem americana. Claro, isso tudo custaria caro, muito caro.
"Nós não temos satélite e cabos, e teremos de usar dos outros. O problema não é a iniciativa, mas o que motivou essa iniciativa. É importante ter uma tecnologia própria, mas deveríamos ter feito há muitos anos e deveria estar se desenvolvendo progressivamente", finaliza.

E você, o que acha dessa história toda? Será que o país realmente precisa se isolar do mundo para ter uma internet segura? E quanto nós, usuários, pagaríamos ou perderíamos com isso? Faça parte dessa polêmica discussão e deixe seus comentários. 
Aproveite e acesse os links abaixo do vídeo para saber se a criptografia realmente funciona para nos livrar da bisbilhotagem e para entender tudo sobre o PRISM, o programa de monitoramente da rede do governo de Barack Obama.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Google Earth ajuda homem a voltar para casa após 26 anos




Um indiano usou o Google Earth para achar o caminho de casa 25 anos depois de ter se desencontrado do irmão em uma estação de trem. A história, transformada no livro "Long Way Home" (Um longo caminho de volta para casa), foi contada hoje no blog oficial da companhia.


Saroo Munshi Khan tinha cinco anos em 1986 quando dormiu dentro do vagão enquanto o irmão mais velho passeava pela estação durante uma parada na cidade de Berhanpur. Quando acordou, horas depois, estava em Calcutá, localizada a 1.500 kilômetros de distância. Perdido e sozinho, viveu nas ruas por semanas até ser levado a um orfanato onde foi adotado por uma família australiana que se mudou para a Tasmânia. Aos 11, já tinha até um novo nome: Saroo Brierley.


Em 2011, entretanto, o jovem (foto acima) resgatou memórias infantis e usou a plataforma de mapas para tentar identificar Khandwa, sua terra natal. Depois de muita pesquisa, traçou uma rota para calcular o provável trajeto que havia percorrido naquele dia e conseguiu reconhecer um bairro e uma rua lhe pareceram familiares. Um ano depois, Saroo viajou até lá e conversou com moradores que o ajudaram a reencontrar sua família.

Reprodução

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

5 mitos sobre o sucesso profissional




Especialistas consultados pela Exame elencaram mitos sobre a ascensão profissional que podem gerar estresse e frustração. Confira abaixo as situações de estresse que não necessariamente levam ao sucesso.

1 – Nem tudo vale a pena
O esforço para conseguir um salário melhor pode não valer a pena. A remuneração e estabilidade financeira impulsionam o profissional na carreira, mas estes não podem ser os únicos motivos.
"O dinheiro é uma das moedas para comprar a felicidade, mas não é a principal", diz Eduardo Ferraz, autor do livro 'Seja a pessoa certa no lugar certo'. "O profissional se mata durante dois anos, vara finais de semana e quando recebe um aumento se pergunta: valeu a pena? Em alguns casos, a resposta é não". 

2 – Esforço recompensado
O esforço recompensado é um dos mitos que mais gera frustração e estresse. A sensação de nadar, nadar e nunca chegar à praia desmotiva. E, às vezes, entristece e faz adoecer. O fato é que, em um mercado competitivo, a gratificação raramente vem na mesma velocidade e medida da dedicação. 
Para o consultor André Caldeira, o ideal é colocar na balança os objetivos e o custo benefício de cada ação. Negligenciá-la em nome de algo subjetivo nem sempre é a melhor opção. 

3 – Controle absoluto 
Ter o controle absoluto faz tão mal à saúde quanto não receber nada em troca. Caldeira lembra que o trabalho depende do outro que, muitas vezes, pode não ter o mesmo comprometimento ou forma de pensar.
Sendo assim, dificilmente alguém tem o controle de cada detalhe da operação. Em alguns momentos é normal que as rédeas escampem das mãos. Aprender a ser flexível, tolerante e se adaptar rapidamente é essencial para não pirar.
Além disso, hoje sai na frente quem costura boas alianças e entende que para que o resultado aconteça é preciso trabalhar com os outros. Mais: ganha pontos quem busca aprender com os outros mesmo que esta pessoa esteja em um patamar mais abaixo na hierarquia. 

4 – Ser líder para ser feliz
Há quem direcione toda carreira para comandar. Se isso não acontece, a conseqüência óbvia é a desmotivação e o estresse. Também existe a possibilidade de o profissional fracassar ao chegar em um cargo por não estar preparado – o que também gerará frustração.
"Na prática, apenas 10% das pessoas têm estrutura, personalidade e bagagem para liderar", afirma Eduardo Ferraz. 

5 – O sucesso chega para que nunca erra
Erros são inerentes à condição humana e podem ser o passo para acertar o caminho. O empresário Henry Ford dizia que "o fracasso é somente a oportunidade de começar de novo, de forma mais inteligente".
"Por outro lado, a tolerância excessiva aos erros também é um mito", lembra Caldeira. "A questão é como o profissional se organiza para entender quais são suas limitações" e trabalha para superá-las. Afinal, não vale se acomodar e persistir no mesmo erro. 


terça-feira, 1 de outubro de 2013

Capa permite recarregar iPhone com as mãos



Um dos grandes problemas dos atuais smartphones ainda é a bateria, que raramente chega ao fim do dia com energia. Na tentativa de solucionar esse problema, uma empresa criou um case para iPhone que pode ser carregado até mesmo com o movimento das mãos.
Ao apertar repetidamente uma alavanca, o dínamo gera energia elétrica pelo ímã magnético dentro do dispositivo batizado de MiPwr. A tecnologia aplicada é semelhante à utilizada em lanternas comuns.
A energia gerada é armazenada em uma bateria de 400mA, com força suficiente para duas horas de ligação. Segundo os desenvolvedores, basta pressionar a alavanca por um minuto para obter carga que possibilite fazer uma ligação de 30 segundos.
O projeto está sendo financiado coletivamente pelo site Kickstarter. Os criadores pedem US$ 78 mil, mas, até o momento, conseguiram apenas US$ 2,7 mil. Ainda há 18 dias para arrecadarem o restante. Doações de US$ 25 ou mais garantem uma cópia do dispositivo.
Confira o projeto clicando aqui.


Antes de investir saiba que qualquer investimento tem seus riscos.

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

E-mail antiespionagem

 
Os Correios consideram chamar de "Mensageira Digital" o serviço público de e-mail antiespionagem em desenvolvimento a pedido da presidente Dilma com previsão de lançamento em 2014. O projeto ganhou força nos últimos dias após a denúncia de que ela e a Petrobras também estiveram na mira da Agência Nacional de Segurança dos Estados Unidos.

A ideia é oferecer alternativa aos serviços mais populares, como Gmail e Hotmail, e armazenar no Brasil o tráfego digital que hoje passa pelos EUA. A criptografia -- conjunto de códigos usados para dificultar a espionagem -- já vem sendo utilizada pelos Correios para fins comerciais e concentra as esperanças do governo brasileiro.

A denúncias de espionagem têm constrangido a diplomacia nacional e sido qualificadas com repúdio. A vulnerabilidade das redes digitais já foi criticada em várias ocasiões e estimulou a escolha da empresa estatal para a criação do serviço de e-mail. "Os Correios têm uma bandeira de credibilidade grande. Entregam carta no Brasil há 350 anos e ninguém acha que eles ficam bisbilhotando", disse
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