quarta-feira, 12 de agosto de 2015

5 dicas para estender a bateria do iPhone


Uma das principais reclamações dos usuários é o fato de a bateria dos iPhones durar pouco. Testes recentes mostram que a bateria do smartphone é a que dura menos, em comparação com a de seus principais concorrentes. Confira 5 dicas que podem ajudar a aumentar a duração da bateria.


1. Desabilite o efeito de paralaxe

O efeito de paralaxe faz com que os ícones e alertas pareçam estar flutuando sobre o plano de fundo. Apesar de ser agradável à vista, ele pode deixar o smartphone lendo e drenar a bateria do dispositivo. 
Em Ajustes, clique em Ajustes> Acessibilidade> Reduzir Movimento e ative a opção.
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2. Impeça as atualizações em segundo plano

O recurso é ativado por padrão, o que significa que os apps serão automaticamente atualizados. É possível desabilitar os aplicativos um por um ou selecionar a opção para todos eles de uma vez só. Vá em Ajustes> Geral > Atualização em 2º Plano.

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3. Pare os serviços de localização
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Uma grande quantidade de apps quer saber onde o usuário está e, na tentativa de rastrear o smartphone, acabam consumindo grande parte da energia da bateria. Em Ajustes>Privacidade> Serviços de Localização é possível desabilitar a opção ou habilitar e desabilitar o recurso em cada um dos aplicativos.

4. Desative notificações

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Cada notificação recebida faz com que o smartphone acenda e consome um pouco de bateria. Quanto mais apps enviam notificações, mais ele acende e menos bateria. Desative as notificações desnecessárias em Ajustes> Notificações> Editar. Lá é possível desabilitar alertas de aplicativos selecionados.

5. Cancele a contagem de passos

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Pouca gente sabe, mas o iPhone está constantemente monitorando o movimento do usuário. O recurso Movimento e Preparo Físico usa o movimento do corpo do usuário para contar quantos passos foram dados e qual o nível físico da pessoa. Em Ajustes> Privacidade>Movimento e Preparo Físico, desabilite a opção.

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Tim Cook investe em chuveiro que reduz uso de água em 70%

Post original olhardigital.uol.com.br


Chuveiros são a nova onda do Vale do Silício. Mais especificamente, a empresa Nebia, com uma nova proposta para chuveiros capazes de economizar água, tem atraído investidores, incluindo, até mesmo, Tim Cook, CEO da Apple, e Eric Schmidt, um dos principais executivos do Google (e agora da Alphabet?), por meio da Schmidt Family Foundation.

Vale observar que, apesar do envolvimento das pessoas citadas no parágrafo acima, Apple e Google nada tem a ver 

Segundo os criadores, o chuveiro da Nebia é capaz de reduzir o consumo de água em 70%, usando bocais para “quebrar” a água em gotículas, que aumentam a área de superfície alcançada pelo spray. Com isso, um banho que normalmente consumiria 75 litros pode cair para 23 litros.

Não é surpresa que a proposta tenha atraído os olhos de grandes nomes do Vale do Silício, na Califórnia. O estado passa por uma seca gravíssima que já se arrasta por anos, então todas as propostas capazes de economizar água estão ganhando destaque. No entanto, o projeto também teria a capacidade para impactar outras regiões que passam por escassez de água, como alguns pontos da África e, infelizmente, o Sudeste do Brasil.

O “namoro” da Nebia com as grandes empresas de tecnologia já vem de algum tempo. Desde outubro, os chuveiros já vêm sendo testados, como protótipos em vestiários nos campi da Apple e do Google, além da rede americana de academias Equinox e na Universidade de Stanford.

A Nebia, no entanto, ainda não desistiu de levantar novos investimentos. O grupo também iniciou um projeto no Kickstarter para tentar arrecadar US$ 100 mil, para poder produzir e enviar seus chuveiros até o segundo trimestre do ano que vem.

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Celulares da Sony são os que mais apresentam problemas segundo Procon-SP



Saiu nesta sexta-feira, 31, um levantamento do Procon-SP, que leva em consideração as reclamações mais comuns entre os consumidores por defeito. O ranking, referente ao primeiro semestre, diz que a categoria de produtos que mais recebe reclamação é a de celulares, com 2.709 casos registrados nos seis meses iniciais do ano.

O posto de empresa que mais recebeu reclamações sobre falhas de celulares na primeira metade de 2015 é a Sony. Segundo o Procon-SP, a empresa teve 865 casos no período, com 69% de solução. Confira o ranking:

EmpresaCasosTaxa de resolução
1º) Sony86569%
2º) Motorola53586%
3º) Samsung49795%
4º) Microsoft/Nokia11486%
5º) LG10989%

Apesar da liderança da Sony no semestre, essa situação parece ser uma novidade para a empresa, que, segundo o Procon, teve um salto de 773% em relação aos 99 casos registrados no primeiro semestre de 2014. No mesmo período do ano passado, a liderança pertencia à Samsung, seguida pela Motorola, que manteve a segunda posição. O restante do top-5 era formado por Nokia, LG e Lenovo/CCE.

Na 3ª categoria que mais geraram reclamações estão os computadores e produtos de informática.

Neste o destaque negativo vai para Lenovo/CCE, liderando em número de reclamações. Confira o ranking:
EmpresaCasosTaxa de resolução
1º) Lenovo / CCE32280%
2º) Positivo16559%
3º) Dell7480%
4º) DL Eletrônicos4860%
5º) HP4586%

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Windows 10 levanta questões de ativistas da privacidade online

Post original olhardigital.com.br


Se o Windows 10 é um sucesso entre o público, o mesmo não pode ser dito entre ativistas e entidades preocupados com a privacidade online. Isso porque o novo sistema contém algumas cláusulas de uso que são realmente preocupantes, que abrem margem para dúvidas sobre a segurança dos dados dos usuários.

Veja algumas das reclamações mais comuns entre os ativistas:

Sincronização de dados automática


Você pode usar o Windows 10 com um usuário local, mas a Microsoft desencoraja e até mesmo dificulta a vida de quem não quer conectar o sistema conectado a uma conta da empresa.
Se você opta por usar uma conta da Microsoft, todos os dados são enviados automaticamente para os servidores da empresa, incluindo histórico de navegação, favoritos, sites que estão abertos, senhas de hotspots, e nomes de redes de Wi-Fi e suas respectivas senhas.
É possível desativar estas opções acessando as configurações, mas talvez seria uma ideia melhor perguntar para o usuário antes de ativá-las como padrão, em vez de pedir que eles as desliguem por conta própria.


Cortana

Como todas as assistentes pessoais (Google Now e Siri também têm esse problema), a Cortana coleta muitos dados, talvez mais do que devesse. A justificativa é que, para oferecer seus serviços personalizados para você, a assistente precisa coletar dados que incluem informações no seu Calendário, nos apps que você usa, nos seus e-mails, mensagens de texto, com quem você fala ao telefone, seus contatos e com quem você interage com mais frequência.

Ela também age coletando dados sobre como você usa seu aparelho e os serviços da Microsoft, como a música que você ouve, suas configurações de alarmes, o bloqueio da tela, o que você vê e compra, “e mais”, segundo a Microsoft. Esse “e mais” inclui seus comandos de voz, seu nome, apelido, eventos de calendário, nomes das pessoas nos seus compromissos e informações sobre seus contatos.

Afinal de contas, uma assistente digital como Cortana, Google Now e Siri, não consegue funcionar direito se não puder coletar essas informações, mas é bom saber o quanto de fato ela coleta antes de decidir se deve ou não usá-la.

Coleta de dados

Os termos dizem que a Microsoft irá coletar informações de você e seus aparelhos, incluindo dados de uso dos aplicativos que rodam no Windows e sobre as redes às quais você se conecta.

Identidade de anúncios

O Windows 10 cria uma chave de identificação única para cada dispositivo, que permite o direcionamento de anúncios para o seu perfil de usuário. Ela pode ser usada por desenvolvedores de aplicativos e por redes de publicidade para mostrar anúncios direcionados.

Sua chave de encriptação é enviada para o OneDrive

Se você ativar a encriptação do dispositivo, o Windows 10 faz a codificação do HD em que ele está instalado e gera uma chave de recuperação que é enviada para o OneDrive, o que significa que o servidor da Microsoft tem acesso à chave que destravará seu PC. É importante prestar atenção nisso.

A Microsoft pode acessar repassar seus dados se achar necessário

Os termos de uso são bastante abrangentes no que tange a quando a empresa diz que acessa, divulga e guarda “dados pessoais, incluindo seus conteúdos (tais como o conteúdo de suas mensagens de e-mail, outras comunicações privadas ou arquivos em pastas privadas)”, quando a empresa acredita em “boa fé” que isso é necessário para cumprir a lei, proteger seus clientes, operar e manter a segurança de seus próprios serviços ou preservar sua propriedade intelectual.

É importante saber o que a empresa define como “boa fé”, no entanto, que é algo extremamente subjetivo.

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Tudo Sobre todos


Há alguns dias tenho recebido diversas mensagens sobre um site que promete mostrar o endereço de qualquer pessoa. Resolvi então testar o site de forma segurar e verificar o que poderia estar acontecendo.


Já nas primeiras pesquisas descobri que o site cobra por essas informações e deixa disponível gratuito somente o CEP.
Com isso e sem fazer o cadastro e pagar pelo serviço consegui concluir que este site hospedado na Suíça tem em seu Banco de dados muito provavelmente os dados relativos ao Imposto de Renda que a algum tempo já é público ter vazado essas informações.
Mas agora vai uma dica muito importante para todos.

Quando fizerem cadastros em sites ou em Redes sociais nunca utilize seu nome completo.
O primeiro nome ou os dois primeiros, ou mesmo um apelido já dificulta a vida dos espertalhões que tentarem utilizar desses meios digitais para te localizar.

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Agência que criou a internet paga US$ 2 milhões a quem consertá-la

Foto Olhardigital
Imagem olhardigital
A Agência de Projetos de Pesquisa Avançados de Defesa do Pentágono, conhecida pela sigla DARPA, é a organização que há muitos anos deu origem à internet. Vinculada ao exército americano, hoje ela vê que sua criação deu errado do ponto de vista de segurança e quer corrigi-la para protegê-la.

A agência vê a cibersegurança hoje como um alarme de incêndio, que avisa quando há fumaça e então os bombeiros são acionados para apagar o fogo. No entanto, no futuro, sistemas massivos de computadores automatizados poderão não apenas detectar a fumaça, mas prevenir que surja o fogo ou apagá-lo imediatamente, antes que tudo esteja perdido.

Para isso, a DARPA convidou equipes dos Estados Unidos inteiros para competir no que a agência chama de “Grand Cyber Challenge”, que oferecerá ao vencedor a quantia de US$ 2 milhões.

O projeto começou com mais de 100 equipes candidatas, mas agora chegou a apenas 7 finalistas, anunciados nesta quarta-feira, 8, que competirão no evento programado para o ano que vem.

Entre os finalistas estão diversos perfis de participantes. Há um time formado por apenas dois pesquisadores em cibersegurança, mas também há uma equipe da Raytheon, uma megacorporação que produz armas e equipamentos eletrônicos militares, que já investiu US$ 3,5 bilhões na área de segurança digital na última década.

Michael Walker, gerente da DARPA, explica que o objetivo é igualar o "terreno" que, hoje é favorável aos cibercriminosos. Ele explica que se um sistema fosse imaginado como uma muralha de 1 milhão de milhas, "os hackers só precisariam encontrar uma rachadura para penetrar no sistema, enquanto a defesa precisa vigiar a parede inteira". Apenas um sistema computadorizado seria capaz de encontrar uma falha e corrigi-la antes que ela fosse explorada.

terça-feira, 21 de julho de 2015

Microsoft libera update emergencial para todas as versões do Windows



É uma boa ideia verificar o seu Windows para ver se há alguma atualização nova de segurança. A Microsoft decidiu liberar um update emergencial considerado “crítico” para solucionar um problema que permitia acesso remoto e execução de código.

A empresa não divulgou se alguém foi afetado pela brecha, mas a julgar pela pressa e pelos dizerem da própria Microsoft, ela é grave. O patch de correção foi disponibilizado para todas as versões suportadas do Windows.

“A atualização de segurança resolve uma falha no Windows. A vulnerabilidade permitiria a execução remota de código quando um usuário abre um documento criado com más intenções ou visita uma página não confiável que contenha fontes OpenType”, diz o comunicado.

A publicação também explica que a atualização ajusta o modo como o Windows Adobe Type Manager Library lida com as fontes OpenType.

O formato foi desenvolvido em conjunto pela Microsoft e pela Adobe, que permite fontes escaláveis. Elas são oferecidas gratuitamente, então são amplamente utilizadas por web designers, o que também aumenta o risco da falha.