quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Vírus que se espalha pelo som



Cientistas desenvolveram um método de distribuição de softwares maliciosos que dispensa internet ou qualquer outro tipo de rede. Os programas são enviados de um computador para o outro pelo som.

O malware consegue se apossar do microfone do computador e usar uma frequência inaudível para acionar outra máquina. Nos testes, foi possível transferir senhas e uma pequena quantidade de dados a uma distância de quase 20 metros. Usando repetidores de áudio, entretanto, é possível fazer essa comunicação entre distâncias muito maiores.

As descobertas foram feitas por pesquisadores do Instituto Fraunhofer de Comunicação, Processamento de Informação e Ergonomia e repercutidas pelo Ars Technica.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Eeeta vida

Tudo eu nessa casa!

Tecnologia



Um novo gadget desenvolvido pela empresa americana Evena Medical pode solucionar o velho problema da enfermeira que não encontra a veia na hora do exame de sangue. A proposta do Eyes-On Glasses é permitir ao usuário ver claramente os vasos sanguíneos do paciente através da sua pele antes de dar a agulhada. 

O óculos de raio-X da Evena não se aplica apenas a esta situação, mas é uma daquelas que serão resolvidas com o produto. A tecnologia é similar a outros produtos da empresa, que, no entanto, são grandes demais e pouco práticas. O Eyes-On Glasses permitiriam uma utilização mais simples e eficaz, de forma bastante parecida com o Google Glass.

"Estudos mostram que 40% das injeções intravenosas requerem múltiplas tentativas para localizar e acessar a veia. Isso desperdiça o tempo dos profissionais, atrasa a terapia e causa desconforto e instaisfação do paciente", explica Frank Balll, presidente e CEO da Evena Medical. Ele aponta que o produto poderia ser usado até mesmo em ambientes clínicos complicados, como neonatal pediátrico.

A tecnologia empregada nos óculos de raio-X é da Epson. Com isso, o gadget coleta imagens em três dimensões. Ele pode diferenciar frequências de infravermelho, que identificam a quantidade de oxigênio do sangue para identificar a veia.

O produto funciona como um óculos de realidade aumentada, que sobrepõe a imagem gerada pelos óculos com a realidade. Ele possibilita o armazenamento de fotos capturadas no procedimento e as imagens podem ser enviadas para uma equipe médica via Wi-Fi ou Bluetooth.

A expectativa é que ele seja lançado já no primeiro trimestre de 2014. Quer ver como funciona, confira o vídeo no site olhardigital.com.br

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Li-fi, internet pela luz, supera conexão de 10 Gb



Começam a ganhar corpo os experimentos com a chamada "Li-fi", transmissão de internet pela luz. Um grupo de cientistas britânicos, apoiado por universidades europeias, diz ter trafegado dados à respeitável velocidade de 10 Gigabits  cerca de 10 vezes mais veloz que a Fíber  a banda larga ultrarrápida do Google.

Os pesquisadores usaram minúsculos LEDs que piscam e apagam rapidamente para se comunicar em códigos binários. As cores vermelho, verde e azul -- que compõem a branca-- foram combinadas Simultaneamente para alcançar o resultado. Em cada uma delas, a taxa de transferência foi de 3,5 Gb.

A "Li-fi" tem sido apontada como sucessora do Wi-fi por oferecer velocidades muito superiores e custar menos do que as ondas de rádio, mas ainda é cedo para prever seu comportamento na prática. Afinal, a conexão não pode ser interrompida enquanto viaja do LED para um receptor e fracassa ao atravessar paredes, o que limita consideravelmente seu uso em uma residência. 

Embora pareça recente, a transmissão de internet pela luz está em teste há 10 anos. Na semana retrasada, os chineses alcançaram conexão de 150 Mbps e marcaram para novembro a primeira demonstração pública da tecnologia. Além deles, a NASA também trabalha em um sistema com o mesmo princípio para tentar estabelecer conexão entre planetas.

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Google é novamente eleita a melhor empresa para se trabalhar


O instituto Great Place to Work revelou nesta terça-feira, 22, sua lista anual das 25 melhores empresas para se trabalhar durante evento em São Francisco (Estados Unidos).

Na nova lista, o Google e o SAS trocaram de lugares em relação ao ano passado. O gigante de buscas liderou o ranking, seguido da empresa de software, da NetApp e Microsoft.

Entre as empresas de tecnologia ainda estão a Cisco, em 10° lugar, Autodesk (11º), Telefónica (16°) e Atento (21º).

O Google apareceu pela primeira vez no ranking dos melhores lugares para se trabalhar em 2006. O SAS, por sua vez, está pelo terceiro ano consecutivo no rol das melhores empregadoras.

O Olhar Digital visitou o campus do SAS, que inspirou o Google a criar seu escritório. Saiba aqui como é trabalhar em uma das melhores companhias do mundo.

Aproveite e veja aqui a lista completa das empresas vencedoras.


segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Estudantes criam pulseira para substituir o ar condicionado


Quatro estudantes de engenharia no MIT (Massachusetts Institute of Technology, nos EUA) desenvolveram uma pulseira que emite ondas de ar quente e frio para o pulso de uma pessoa a fim de mudar a temperatura do corpo inteiro. Chamado "Wristify", o protótipo tenta ser uma opção ao ar condicionado para reduzir o consumo de energia.

"Os prédios gastam uma quantidade incrível de energia para abastecer o ar condicionado. Na verdade, isso representa 16,5% de toda a energia primária consumida nos Estados Unidos. Queremos reduzir ese número mantendo o conforto térmico e individual", explica Sam Shames, um dos inventores.

A pulseira nasceu depois de um experimento feito para uma competição no MIT que lhes rendeu prêmio de US$ 10 mil. Os alunos descobriram que o corpo humano é muito sensível a rápidas mudanças de temperatura, por isso, basta enviar as ondas para o pulso e esperar até que elas resfriem ou aqueçam todas as regiões. A taxa de variação da temperatura é de até 0,4 °C por segundo.

Depois de 15 tentativas, a equipe finalmente chegou à versão final do dispositivo, que parece um relógio de pulso e tem bateria que aguenta por 8 horas. O próximo passo é aprimorar o protótipo para que ele vire um produto e possa ser lançado comercialmente, ainda sem previsão.