Nesse vídeo, WMazza encoraja você a não temer vagas que aparentemente pedem por heróis como Capitão América, e que certamente serão preenchidas por Chapolin Colorado! Impagável!
quarta-feira, 1 de junho de 2016
terça-feira, 12 de abril de 2016
Saiba por que a Netflix nunca terá tudo que você quer assistir
Post original http://olhardigital.uol.com.br
Quando surgiu, a Netflix era um serviço de aluguel de DVDs. Os discos eram solicitados pela internet e entregues na sua casa por correio. A empresa ainda mantém este serviço nos Estados Unidos, mas ele não é, nem de longe, a parte mais importante da companhia. O streaming é o que move as receitas bilionárias da empresa.
O fenômeno é razoavelmente recente no Brasil, completando cinco anos de existência por aqui em setembro de 2016. Os apoiadores costumam afirmar que a mensalidade é uma barganha comparada aos serviços de TV por assinatura, e o conteúdo é satisfatório; os críticos preferem enxergar que a maioria dos filmes no catálogo está defasado, e as séries demoram a ser atualizadas.
O fato é que nenhuma das visões está totalmente incorreta. O serviço oferecido pela Netflix é uma barganha, e o conteúdo em geral é defasado. E é por isso que precisamos parar de acreditar na utopia de um serviço de streaming com todo o conteúdo possível, no entanto, porque unir os dois pontos é, no momento, inviável.
Veja bem: compare os R$ 20 cobrados mensalmente pela Netflix com o preço que você pagaria para alugar (seja DVD, seja digital) para assistir a tudo que você de fato assiste no serviço. A comparação provavelmente pesa a favor da Netflix, né? Agora pense pelo outro lado, o da empresa que recebe o dinheiro pelo conteúdo que você assiste. Ela provavelmente está recebendo bem menos dinheiro por visualização do que com um aluguel ou um DVD comprado. Estes 20 reais precisam oferecer lucro para o serviço de streaming (que não é barato para sustentar) e dividido entre os produtores de conteúdo que você assiste, então provavelmente as empresas estão recebendo alguns centavos ou pouquíssimos reais por visualização.
Claro que há outros fatores envolvidos, já que a Netflix também é uma vitrine para filmes e seriados que já não seriam mais rentáveis para aluguel ou venda, permitindo fazer algum dinheiro com um material que de outra forma não renderia mais nada. No entanto, dá para perceber por que pouquíssimas empresas têm o interesse em colocar seus filmes e séries recém-lançadas no catálogo?
Recentemente, a Netflix também preparou uma pegadinha de 1º de abril, até um pouco cruel, indicando que “GoT” havia chegado ao catálogo, em uma referência clara a “Game of Thrones”, um pedido antigo dos assinantes. No entanto, era apenas uma brincadeira com “Gláuber, o Tijolo”. Mas por que o verdadeiro “GoT” não pode e não vai chegar à Netflix?
A HBO, a empresa responsável pelos direitos do seriado, já percebeu a inviabilidade do modelo de distribuir conteúdo na Netflix e teve uma ideia brilhante: “Vamos criar nosso próprio serviço de streaming!”, devem ter pensado os executivos. E é realmente uma proposta sagaz, vendo o pouco dinheiro que faria com seu conteúdo caro em uma plataforma de terceiros.
O problema é que não vai demorar muito para que outras empresas produtoras de filmes e seriados tenham a mesma ideia. “Por que fazer merreca com serviços de terceiros se podemos ter nosso próprio serviço de assinatura?”, provavelmente pensarão executivos raciocinando de forma similar aos da HBO.
Então, não deve demorar muito para chegarmos a uma situação insustentável para o consumidor. Vários serviços similares oferecendo seus conteúdos exclusivos para atrair a clientela, forçando-os a pagar por vários serviços ao mesmo tempo, ou então fazendo-os optar por um só, que não tem tudo que o cliente gostaria de assistir.
A Netflix já percebeu o problema que terá em mãos em pouco tempo, quando os produtores começarem a trancar seus conteúdos em suas próprias plataformas. É por isso que a empresa vem, constantemente, perdendo itens do catálogo e repondo com material próprio. O objetivo é depender cada vez menos do material de terceiros, porque cada vez menos eles estarão dispostos a colocar seu conteúdo em plataformas que não estão sob seu controle.
Um único serviço, com todo o conteúdo que gostaríamos de assistir, certamente custaria muito mais caro do que os 20 reais mensais.
sexta-feira, 8 de abril de 2016
Navegador brasileiro mais rápido que o Chrome
Post original olhardigital.com.br
Embora seja um dos navegadores mais utilizados do mundo, o Google Chrome não é unanimidade entre os usuários. Uma das principais críticas feitas ao browser diz respeito a seu alto consumo de memória RAM, seja no PC ou no celular, o que acaba por ocasionar momentos de lentidão e travamentos, dependendo do dispositivo e suas configurações.
Pensando nisso, o desenvolvedor brasileiro Rafael Costa, responsável pelo Mobobox - app que identifica qual a operadora de cada um dos números salvos na agenda do celular - criou o VC Browser. Trata-se de um navegador mobile criado com a engine de código aberto Chromium (que abastece o Google Chrome) e está disponível para download grátis na Play Store.
O VC Browser promete velocidade e segurança em sua página na loja virtual.
Quer saber mais acesse olhardigital.com.br
terça-feira, 15 de março de 2016
Qual smartphone tem a bateria mais durável?
Muitas fabricantes usam os números de miliampere-hora (mAh) das baterias de seus produtos como peça de marketing. No entanto, esses números não levam em consideração software e hardware, fatores que determinam de fato a eficiência de uma bateria. O site Phone Arena comparou os principais tops de linha do mercado e mostrou quais são os aparelhos mais eficientes neste quesito. O teste inclui uma análise do Sony Xperia Z5, o iPhone 6s e o LG G4, além do Nexus 5X, o HTC One M9 e o Lumia 950, aparelhos ainda não lançados no Brasil. Levando em conta autonomia e tempo de recarga, o campeão é o Samsung Galaxy S6, lançado no ano passado, que supera até o seu sucessor, o Galaxy S7, lançado em fevereiro.
De acordo com o teste, a bateria do Galaxy S7 dura, em média, 6 horas e 37 minutos, enquanto o Galaxy S6 dura cerca de 7 horas e 14 minutos. O S7 Edge recupera (por muito pouco) essa desvantagem, com 7 horas e 18 minutos de autonomia. No entanto, o modelo de bordas curvas fica bem abaixo do rival iPhone 6s, por exemplo, que aguenta até 8 horas e 15 minutos fora da tomada.
Já ligado à tomada, o Galaxy S7 leva 88 minutos para chegar aos 100% de carga, enquanto o S6 leva 10 minutos a menos. Ambos os modelos carregam mais rapidamente do que o S7 Edge, que exige 99 minutos para completar a bateria. O iPhone 6s perde neste quesito ao levar 150 minutos para ser totalmente carregado. O mais demorado é o Xperia Z5, da Sony.
domingo, 13 de março de 2016
terça-feira, 26 de janeiro de 2016
Piloto automático para carros da Tesla - Será que estamos Preparados.
A Tesla distribuiu uma atualização para seus carros elétricos Model S e Model X que ativa o recurso “Autopilot”. Inúmeros vídeos no YouTube mostram como isso funciona bem… desde que o motorista preste um pouco de atenção.
O Autopilot toma o comando do volante e dirige por você; muda de faixa caso você peça; desacelera caso encontre placas de trânsito com limite de velocidade; e até estaciona sozinho.
No entanto, a Tesla avisa que o piloto automático foi feito para rodovias, não para ruas de cidade; e que o motorista deve permanecer no controle a todo momento. Afinal, o carro não foi feito para dirigir sozinho: o Autopilot serve para tornar longas viagens na estrada menos incômodas.
Infelizmente, nem todo mundo prestou atenção nisso. Este cara foi levado tranquilamente pelo Autopilot em uma rodovia, mas saiu dela (ponto 2:45) e manteve o recurso ligado. O carro não virou sozinho para a esquerda, quase causando uma colisão:
Este cara também foi levado tranquilamente pelo Autopilot em uma rodovia de Miami, mas levou uma advertência porque o Model S estava trafegando a 120 km/h – a velocidade máxima permitida era 100 km/h. O carro consegue ler placas de trânsito para saber a velocidade máxima da via, mas o motorista pode fixar o limite manualmente.
E este cara tirou as mãos do volante e o carro quase bateu quando o Autopilot se desativou; ele não estava sendo usado em uma rodovia.
Como nota a CNET, isso pode ser prejudicial para o futuro de veículos semi-autônomos. Quando acontecer um acidente, todo mundo vai prestar atenção e vai questionar se a tecnologia está mesmo pronta para a estrada.
Por isso, é bom lembrar que este sistema se chama piloto automático por um bom motivo: ele deve ser usado em condições ideais – como é feito nos aviões, por exemplo – e um ser humano precisa entrar em ação quando necessário. A Tesla avisa que, em caso de acidente, o motorista é responsável.
Os carros realmente autônomos devem demorar um pouco para virarem realidade: Elon Musk, dono da Tesla, diz que sua empresa terá a tecnologia necessária dentro de três anos.
quinta-feira, 21 de janeiro de 2016
IBGE abre concurso para 1.409 vagas temporárias; salário de até R$ 7,1 mil
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou edital de processo seletivo simplificado para 1.409 vagas temporárias para o Censo Agropecuário 2016.
Os salários vão de R$ 1.560 a R$ 7.166. A Fundação Cesgranrio é a organizadora responsável pela seleção. Do total das oportunidades, 5% são reservadas para pessoas com deficiência e 20% para pretos e pardos (PPP). (Os termos preto e pardo são os utlizados oficialmente pelo IBGE).
As oportunidades estão distribuídas nas capitais dos 26 estados e no Distrito Federal. As inscrições estarão abertas de 26 de janeiro a 22 de fevereiro pelo site www.cesgranrio.org.br. A taxa é de R$ 120 para analista censitário, R$ 50 para agente censitário regional e R$ 35 para agente censitário administrativo.
Post original www.robsonpiresxerife.com
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