segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Como instalar o Windows 10 a partir de um ‘pendrive bootável

Instalar o Windows 10 em um computador que não possue o leitor de CDs ou DVDs pode ficar mais fácil usando um pen drive com boot. Confira o tutorial e aprenda a instalar o sistema operacional com facilidade em seu PC. Basta criar um pen drive de instalação do sistema.


Aprenda a instalar o Windows 10 com um pen drive com boot (Foto: Reprodução/Microsoft)

Passo 1. Pressione as teclas “WinKey (tecla com a bandeira do Windows) + R” para abrir o “Executar” e entre com o comando “diskpart” (sem aspas);



Executando comando no Windows (Foto: Reprodução/Helito Bijora) 

Passo 2. Com o pendrive conectado ao computador, na janela do “Prompt de comandos”, digite “List Disk” e pressione Enter;



Listando discos conectados ao computado (Foto: Reprodução/Helito Bijora) 

Passo 3. Entre com o comando “Select Disk” seguido pelo número do disco (por exemplo, “Select Disk 2”). Geralmente, o pendrive é o último disco da lista, mas vale a pena observar a coluna “Tam.” (tamanho) para identificar se o disco selecionado está correto;

Selecione o pen drive (Foto: Reprodução/Helito Bijora) 

Passo 4. Após selecionar o disco, entre com o comando “Clean” para limpar o pendrive. Atenção: todos os dados serão excluídos;



Apagando todas as partições do pen drive (Foto: Reprodução/Helito Bijora) 

Passo 5. Execute o comando “Create partition primary” para criar uma nova partição primária. Após ser informado sobre o êxito da operação, entre com “Active” para ativar a partição criada;


Criando nova partição primária e marcando como ativa (Foto: Reprodução/Helito Bijora) 

Passo 6. Para finalizar, resta formatar a nova partição e associá-la a uma letra, para que possa ser acessada facilmente pelo Windows Explorer. Para isso, entre com “Format fs=fat32 quick” e, em seguida, “Assign”;


Definindo uma letra para o pen drive (Foto: Reprodução/Helito Bijora) 

Passo 7. Entre com o comando “Exit” para finalizar e fechar o “Prompt de comandos”;

Finalizando o assistente (Foto: Reprodução/Helito Bijora) 

Passo 8. Abra o DVD de instalação do Windows 10 e copie todos os arquivos e pastas. Caso não possua a mídia física no Windows 8, emule o arquivo ISO dando um duplo clique sobre ele. No Windows 7 e versões anteriores, use o Virtual CloneDrive para emular;


Copie todos os arquivos de instalação do Windows 10 (Foto: Reprodução/Helito Bijora) 

Passo 9. Por fim, abra o pendrive e cole os arquivos de instalação do Windows 10.


Cole os arquivos de instalação do Windows 10 no pen drive (Foto: Reprodução/Helito Bijora) 

Pronto! Agora você possui um pendrive de instalação do Windows 10. Para usá-lo basta configurar o computador para dar boot pelo pendrive.

Fonte: www.techtudo.com.br

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Apple vai tirar a porta USB do MacBook



Um dos primeiros a bancar que a Apple acabaria com a entrada para fones no iPhone, o site japonês Macotakara publicou uma notícia afirmando que a companhia vai eliminar duas portas no MacBook Pro.

De acordo com a publicação, a linha de notebooks de alto desempenho será atualizada em um evento neste mês. Só que o computador perderia as entradas USB 3.0 e Magsafe, vindo apenas com as portas USB-C (que serviria também para recarregar a bateria) e Thunderbolt 3.

O Macotakara também diz que o MacBook Air de 11 polegadas será descontinuado, e que a Apple lançará um MacBook Pro de 15,4” e outro com 13,3”, além de um MacBook Air de 13,3” atualizado. O desaparecimento do modelo menor já era esperado, uma vez que a Apple colocou no mercado um MacBook de 12”.

É bom ressaltar, porém, que tudo isso não passa de especulação. E, como lembra o Engadget, embora tenha um histórico positivo, oMacotakara já fez afirmações semelhantes antes, noticiando erroneamente que novos MacBooks seriam apresentados em agosto deste ano.


Fonte: olhardigital.uol.com.br

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Saiba quais são os 10 notebooks mais procurados de outubro


Um levantamento realizado pelo site comparador de preços Zoom em outubro mostra quais são os notebooks mais buscados no portal neste mês e a variação de preço deles conforme o local onde são vendidos.

O campeão de buscas é o Acer E5-574-592S i5 com 8 GB de memória RAM, tela de 15,6’’ e HD de 1 TB que sai por preços entre R$ 2.279,05 e R$ 3.237 (variação de 42%). Confira o ranking com os 10 mais buscados abaixo:

Fonte: http://olhardigital.uol.com.br

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Você é um Capitão America ou Um Chapolin Colorado?

Nesse vídeo, WMazza encoraja você a não temer vagas que aparentemente pedem por heróis como Capitão América, e que certamente serão preenchidas por Chapolin Colorado! Impagável!

terça-feira, 12 de abril de 2016

Saiba por que a Netflix nunca terá tudo que você quer assistir



Quando surgiu, a Netflix era um serviço de aluguel de DVDs. Os discos eram solicitados pela internet e entregues na sua casa por correio. A empresa ainda mantém este serviço nos Estados Unidos, mas ele não é, nem de longe, a parte mais importante da companhia. O streaming é o que move as receitas bilionárias da empresa.

O fenômeno é razoavelmente recente no Brasil, completando cinco anos de existência por aqui em setembro de 2016. Os apoiadores costumam afirmar que a mensalidade é uma barganha comparada aos serviços de TV por assinatura, e o conteúdo é satisfatório; os críticos preferem enxergar que a maioria dos filmes no catálogo está defasado, e as séries demoram a ser atualizadas.

O fato é que nenhuma das visões está totalmente incorreta. O serviço oferecido pela Netflix é uma barganha, e o conteúdo em geral é defasado. E é por isso que precisamos parar de acreditar na utopia de um serviço de streaming com todo o conteúdo possível, no entanto, porque unir os dois pontos é, no momento, inviável.

Veja bem: compare os R$ 20 cobrados mensalmente pela Netflix com o preço que você pagaria para alugar (seja DVD, seja digital) para assistir a tudo que você de fato assiste no serviço. A comparação provavelmente pesa a favor da Netflix, né? Agora pense pelo outro lado, o da empresa que recebe o dinheiro pelo conteúdo que você assiste. Ela provavelmente está recebendo bem menos dinheiro por visualização do que com um aluguel ou um DVD comprado. Estes 20 reais precisam oferecer lucro para o serviço de streaming (que não é barato para sustentar) e dividido entre os produtores de conteúdo que você assiste, então provavelmente as empresas estão recebendo alguns centavos ou pouquíssimos reais por visualização.

Claro que há outros fatores envolvidos, já que a Netflix também é uma vitrine para filmes e seriados que já não seriam mais rentáveis para aluguel ou venda, permitindo fazer algum dinheiro com um material que de outra forma não renderia mais nada. No entanto, dá para perceber por que pouquíssimas empresas têm o interesse em colocar seus filmes e séries recém-lançadas no catálogo?

Recentemente, a Netflix também preparou uma pegadinha de 1º de abril, até um pouco cruel, indicando que “GoT” havia chegado ao catálogo, em uma referência clara a “Game of Thrones”, um pedido antigo dos assinantes. No entanto, era apenas uma brincadeira com “Gláuber, o Tijolo”. Mas por que o verdadeiro “GoT” não pode e não vai chegar à Netflix?

A HBO, a empresa responsável pelos direitos do seriado, já percebeu a inviabilidade do modelo de distribuir conteúdo na Netflix e teve uma ideia brilhante: “Vamos criar nosso próprio serviço de streaming!”, devem ter pensado os executivos. E é realmente uma proposta sagaz, vendo o pouco dinheiro que faria com seu conteúdo caro em uma plataforma de terceiros.

O problema é que não vai demorar muito para que outras empresas produtoras de filmes e seriados tenham a mesma ideia. “Por que fazer merreca com serviços de terceiros se podemos ter nosso próprio serviço de assinatura?”, provavelmente pensarão executivos raciocinando de forma similar aos da HBO.

Então, não deve demorar muito para chegarmos a uma situação insustentável para o consumidor. Vários serviços similares oferecendo seus conteúdos exclusivos para atrair a clientela, forçando-os a pagar por vários serviços ao mesmo tempo, ou então fazendo-os optar por um só, que não tem tudo que o cliente gostaria de assistir.

A Netflix já percebeu o problema que terá em mãos em pouco tempo, quando os produtores começarem a trancar seus conteúdos em suas próprias plataformas. É por isso que a empresa vem, constantemente, perdendo itens do catálogo e repondo com material próprio. O objetivo é depender cada vez menos do material de terceiros, porque cada vez menos eles estarão dispostos a colocar seu conteúdo em plataformas que não estão sob seu controle.

Um único serviço, com todo o conteúdo que gostaríamos de assistir, certamente custaria muito mais caro do que os 20 reais mensais.

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Navegador brasileiro mais rápido que o Chrome

Post original olhardigital.com.br

Embora seja um dos navegadores mais utilizados do mundo, o Google Chrome não é unanimidade entre os usuários. Uma das principais críticas feitas ao browser diz respeito a seu alto consumo de memória RAM, seja no PC ou no celular, o que acaba por ocasionar momentos de lentidão e travamentos, dependendo do dispositivo e suas configurações.

Pensando nisso, o desenvolvedor brasileiro Rafael Costa, responsável pelo Mobobox - app que identifica qual a operadora de cada um dos números salvos na agenda do celular - criou o VC Browser. Trata-se de um navegador mobile criado com a engine de código aberto Chromium (que abastece o Google Chrome) e está disponível para download grátis na Play Store.

O VC Browser promete velocidade e segurança em sua página na loja virtual.
Quer saber mais acesse olhardigital.com.br