"Adquiri o drone na intenção de motivar os alunos a permanecerem com uma atividade importante. O projeto irá envolver de dez a 15 estudantes dos cursos de mecatrônica, eletroeletrônica e técnico em meio ambiente", contou o docente, de 45 anos, que leciona há dois na escola fundada em 1967. Ele ressaltou que o foco do plano discutido com colegas de trabalho é o de valorizar uma formação global aos jovens, uma vez que tem observado evasão de alunos em algumas disciplinas básicas que integram os cursos.
Como vai funcionar?
Com um drone emprestado de um parente, o professor explicou que o equipamento tem 1,2 kg e opera de forma semelhante a um aeromodelo, com controle remoto. Segundo Pereira, o equipamento tem uma câmera acoplada para registrar imagens que poderão ser vistas em tempo real através de smartphones e tablets, além de um sistema de GPS para orientação do voo. Os registros, adiantou o biólogo, poderão ser usados pela Prefeitura no monitoramento e fiscalização das áreas de proteção ambiental. Atualmente, 51% do território da cidade fica em área rural.
De acordo com o docente, o grupo de estudo deverá seguir regras do aeromodelismo para usar o drone, enquanto não há regulamentação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Entre elas, há orientações para distância de aeroportos e corredores aéreos.
A agência informou, em nota, que a proposta de regulamentação está em desenvolvimento e deve ser submetida ao processo de audiência pública até dezembro. "Até então, a Anac avaliará caso a caso os requerimentos para esse tipo de operação", diz o texto da assessoria.
Fonte: g1.globo.com
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