segunda-feira, 13 de outubro de 2014

11 coisas que o Android faz e o iPhone não


A Apple vem implementando recursos das concorrentes em seus aparelhos a cada nova versão, o que também ocorreu com o iOS 8 e os iPhones 6 e 6 Plus. Mas o Android, principal adversário da marca, ainda tem algumas funcionalidades exclusivas que podem causar inveja aos clientes da Apple.

O Business Insider destacou onze possibilidades que o usuário de Android tem, mas quem usa iPhone não. Confira:

1) Trocar a bateria

Muitos aparelhos com Android permitem a troca da bateria por uma versão melhorada, caso do Galaxy S5 (Samsung) e do G3 (LG). No iPhone isso não é possível; só que pode abrir um aparelho desses com segurança são os técnicos da Apple.

2) Multi-tarefas

Crítica antiga dos clientes Apple, a possibilidade de abrir vários aplicativos simultaneamente e trabalhar com todos está presente no Android. No caso dos aparelhos da LG, dá até para movimentar as janelas dos apps que estiverem abertos pela tela.

3) Micro USB

Faz tempo que as fabricantes de smartphone estão usando micro USB como principal porta de saída dos aparelhos para facilitar a vida dos consumidores. A maioria dos celulares com Android já é assim, enquanto os iPhones usam o Lightning, que só serve para os últimos smartphones e tablets da Apple.

4) Micro HDMI

Alguns usuários de Android conseguem ligar os smartphones à televisão através de uma porta micro HDMI. Não é uma funcionalidade comum em tops de linha, mas a Motorola está entre as que possuem aparelhos assim. O iPhone tem duas aberturas: a Lightning e a do fone de ouvido.

5) Sem as mãos

Dá para usar o Moto X, da Motorola, sem usar as mãos. Basta configurar o smartphone para que ele realize tarefas específicas quando ouvir a sua voz. O iPhone tem a Siri, mas é preciso acioná-la manualmente antes de fazer um pedido por voz (e ela não entende português).

6) MicroSD

Você pode comprar um iPhone 6 Plus de 128 GB (o que é bastante espaço), mas se isso ainda não for suficiente, será obrigado a deletar alguma coisa para continuar usando o aparelho. Já os smartphones com Android, em sua maioria, têm espaço para cartões externos microSD, que podem ser trocados quando estiverem cheios.

7) Configurações rápidas

Uma das coisas que o iOS copiou do Android foi o menu de configurações rápidas que aparece quando o usuário arrasta o dedo de baixo para cima na tela, mas essa cópia tem duas limitações. A primeira é a quantidade de tarefas que podem aparecer ali; enquanto o Galaxy S5 exibe 20 possibilidades, o iPhone só mostra 10. Além disso, não é possível escolher quais configurações estarão disponíveis naquele espaço.

8) Personalização

Os smartphones com Android podem ser totalmente personalizados, e não apenas trocando ícones de lugar e colocando novos papeis de parede, a customização é tão profunda que o usuário consegue transformar a interface em outra coisa completamente diferente daquela que vem de fábrica.

9) Widgets

No iOS 8 a Apple liberou widgets na central de notificações, mas eles não chegam perto das possibilidades do Android. A tela inicial do sistema do Google pode abrigar widgets que controlam de tudo, desde aplicativos de rádio a outros que exibem a flutuação das moedas e informações de redes sociais.

10) Controle remoto

Sim, você pode controlar a TV da sua casa usando um smartphone com Android. Isso é possível porque aparelhos como Galaxy S5, HTC One e LG G3 vêm com infravermelho que permite não só mexer na TV, mas também no ar-condicionado, no aparelho de som, entre outras coisas.

11) Capa removível

Você não pode abrir a traseira do iPhone, ele terá sempre a mesma aparência a menos que seja coberto por uma capinha. Mas vários modelos com Android permitem personalização. O Galaxy S5 é um deles.

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Trem flutuante alcança velocidade de 500 km/h em testes no Japão


O Japão já está testando a implantação de maglevs, os trens ultrarrápidos que levitam por meio de magnetismo. Nos testes da Central Japan Railway, realizados em Tsuru, foi possível atingir velocidades de até 500 km/h.

A viagem foi restrita apenas a convidados especiais e a imprensa, que foram capazes de cruzar uma distância de 42,8 quilômetros em um curto espaço de tempo, de acordo com a NTV.

A tecnologia dispensa a necessidade de um condutor e utiliza um sistema chamado “L-Zero” para acelerar o trem até a velocidade de 160 km/h, quando entra em ação o sistema maglev que lentamente acelera o veículo até a velocidade máxima de 500 km/h.

O trem operará entre as cidades de Tóquio e Nagoya, mas só deve estar totalmente operacional em 2027, com quatro estações no percurso de 286 quilômetros.

Por ser uma tecnologia muito cara, os maglevs ainda estão distantes de ser amplamente adotados. A única linha comercial que já está operando plenamente está na China, em Xangai, onde o Transrapid percorre o caminho de 30 quilômetros até o aeroporto em apenas 8 minutos.

Fonte: olhardigital.com.br

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

A tecnologia por trás destes robôs pode salvar vidas no trânsito



Ok, vamos ser honestos: estes brinquedos criados pela empresa japonesa Murata não vão salvar a vida de ninguém por conta própria. O que realmente faz jus ao título da matéria é a tecnologia que é aplicada nestes robozinhos, que, tem potencial para ajudar a evitar acidentes de trânsito, e, assim, evitar mortes.

A Murata desenvolve estes robôs que são capazes de interagir entre si e dançar em grupo de forma sincronizada. Para isso, eles precisam ser capazes de se comunicar utilizando microfones ultrassônicos e sensores infravermelhos. O algoritmo é capaz de informar a posição de cada um dos robôs para que eles consigam agir de forma sincronizada.

Por enquanto, os robôs são capazes apenas de executar rotinas pré-programadas, mas a empresa já trabalha em um sistema que permite a interação em tempo real. E é aí que a tecnologia começa a ser interessante para a segurança dos motoristas. De acordo com a empresa, a tecnologia poderia ser usada em redes de controle de tráfego com a intenção de reduzir acidentes.

Na verdade, a Murata desenvolve seus robozinhos apenas com o intuito de apresentar sua tecnologia; não há nenhuma intenção de colocá-los no mercado, por mais que a procura possa ser grande. A japonesa quer alavancar sistemas de comunicação entre veículos com o projeto, que já tem grandes concorrentes como Ford e General Motors, gigantes que também desenvolvem tecnologia semelhante.

“Acreditamos que a comunicação sem fio de dados de sensores pode se tornar uma infraestrutura central para a integração avançada de pessoas e objetos nas sociedades conectadas”, diz Yuichi Kojima, vice-presidente da empresa em um comunicado.

Enquanto esse dia não chega, você pode ver os robozinhos da Murata dançando alegre e simpaticamente no vídeo abaixo. Para se locomover, os robôs utilizam uma esfera e se mantém em pé por meio de três giroscópios internos.

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Professor cria projeto com drone para reduzir evasão em escola da Unicamp


Professor mostra drone igual ao que será usado no Cotuca, em Campinas (Foto: Laura Cavalaro Pereira da Silva)Um professor do Colégio Técnico da Unicamp (Cotuca), em Campinas (SP), planeja usar um drone para inovar aulas em três cursos e reduzir a evasão dos estudantes. Segundo o biólogo Jodir Pereira da Silva, a implantação deve aprimorar a qualidade do ensino por meio de uma cooperação para auxiliar a Prefeitura durante o monitoramento das áreas rurais e de proteção ambiental. 

"Adquiri o drone na intenção de motivar os alunos a permanecerem com uma atividade importante. O projeto irá envolver de dez a 15 estudantes dos cursos de mecatrônica, eletroeletrônica e técnico em meio ambiente", contou o docente, de 45 anos, que leciona há dois na escola fundada em 1967. Ele ressaltou que o foco do plano discutido com colegas de trabalho é o de valorizar uma formação global aos jovens, uma vez que tem observado evasão de alunos em algumas disciplinas básicas que integram os cursos.

arte tipos de drone vale este vant (Foto: Arte G1)"No início temos 50 alunos por sala, mas o número chega a ser reduzido a um terço em algumas turmas do período noturno, a partir do terceiro ano. A ideia é premiar os estudantes mais dedicados do curso com a participação neste projeto", explicou Pereira. De acordo com o professor, os estudantes tendem a valorizar mais os conteúdos técnicos para obter o diploma e por causa da aproximação com o mercado de trabalho. "O curso é considerado excelente, o segundo melhor do Brasil na categoria. Mas a nossa preocupação também é aumentar o número de alunos que consegue iniciar e finalizar o curso", avaliou.

Como vai funcionar?
Com um drone emprestado de um parente, o professor explicou que o equipamento tem 1,2 kg e opera de forma semelhante a um aeromodelo, com controle remoto. Segundo Pereira, o equipamento tem uma câmera acoplada para registrar imagens que poderão ser vistas em tempo real através de smartphones e tablets, além de um sistema de GPS para orientação do voo. Os registros, adiantou o biólogo, poderão ser usados pela Prefeitura no monitoramento e fiscalização das áreas de proteção ambiental. Atualmente, 51% do território da cidade fica em área rural.

De acordo com o docente, o grupo de estudo deverá seguir regras do aeromodelismo para usar o drone, enquanto não há regulamentação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Entre elas, há orientações para distância de aeroportos e corredores aéreos.

A agência informou, em nota, que a proposta de regulamentação está em desenvolvimento e deve ser submetida ao processo de audiência pública até dezembro. "Até então, a Anac avaliará caso a caso os requerimentos para esse tipo de operação", diz o texto da assessoria.

Fonte: g1.globo.com

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Empresa anuncia disco rígido de 10 TB

























Há duas semanas a Seagate impressionou o mercado ao lançar o primeiro disco rígido de 8 terabytes. Só que a concorrência se mexeu rapidamente.

Nesta quarta-feira, 10, a Western Digital não não só se equiparou à rival, botando um HD de 8 TB à venda, como ainda anunciou que prepara um modelo de 10 TB.

Para chegar a tamanha capacidade de armazenamento, a empresa utilizou uma táticainaugurada com a versão de 6 TB, em 2013: encher o HD de gás hélio. Como o gás, que preenche todo o dispositivo, tem apenas 1/7 da densidade do ar, sobra mais espaço para componentes com maior capacidade de armazenamento e que consomem menos energia – 49% a menos a cada TB de operação.

Ainda não há informações sobre quando o produto chegará ao mercado, mas a empresa revelou que ele será focado em computação em nuvem e aplicações que demandem armazenamento frio.

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Lampada inteligente, controlada por Smartphone com função despertador




Uma das possibilidades da internet das coisas que chamaram atenção recentemente foi a ideia de tornar as lâmpadas inteligentes. Várias empresas apresentaram modelos, incluindo LG, Samsung, Philips e GE, e agora uma marca chamada Mipow estreou um produto desses no Brasil.



Chamada Playbulb, a lâmpada de LED pode ser controlada a dez metros de distância por um smartphone com Android ou iOS. É possível apagar ou acender, controlar a intensidade da luz e até iniciar a reprodução de músicas, que tocam da própria lâmpada.

Ela pode ser instalada em soquetes convencionais e vem também com despertador, que acende a luz e liga o som em um determinado horário, além de um "modo dormir", que faz tudo ser desligado na hora certa.

A Playbulb é importada pela DBTrends e custa cerca de R$ 399 em lojas como a virtual da Saraiva, valor que Rafael Arruda Camargo, sócio da importadora, considera "justo". "Estamos na era da tecnologia e as pessoas gostam e se rendem logo às novidades", diz.

Fonte: olhardigital.com.br

sábado, 6 de setembro de 2014

Festival Internacional de Robótica reunirá 210 estudantes

Divididos em 23 times, eles terão de usar criatividade e raciocínio para enfrentar desafios sobre eventos naturais


Durante a Olimpíada do Conhecimento, entre 2 e 4 de setembro, o Expominas será a sede do Festival Internacional de Robótica First Lego League (FLL), que, no Brasil, é realizado SESI-MG. A competição reunirá 210 estudantes de 9 a 15 anos, organizados em 23 times. Durante dois dias de prova (o primeiro está reservado para abertura), eles cumprirão missões utilizando robôs construídos na plataforma Lego Mindstorms, além de expor projetos de pesquisa científica. O torneio tem o objetivo de atrair o interesse pelo estudo das ciências, tecnologia e matemática, na educação básica, ampliando a criatividade, o raciocínio lógico, a capacidade de inovação e liderança.